Henrique Luiz Fendrich nasceu em São Bento do Sul no dia 20/05/1987. É formado em jornalismo pela Unibrasil, de Curitiba, e hoje mora em Brasília/DF. De origens germânicas e brasileiras, começou a pesquisar a história da sua família em setembro de 2004. De lá para cá, descobriu muitos antepassados e muitas histórias sobre eles. Com o tempo, o interesse se estendeu às demais famílias de São Bento do Sul – e à história da cidade como um todo.
O blog é um espaço para divulgar as suas pesquisas referentes à história da cidade, estimulando o debate e a troca de informações. O autor escreve a coluna “Crônica de São Bento”, no Jornal Evolução, que, entre outras coisas, também fala de história. Além disso, já escreveu o artigo “Os Brasileiros de São Bento do Sul”, publicado no Jornal A Gazeta, de São Bento do Sul em 23.09.2008, por ocasião dos 135 anos do município, “Escravos em São Bento do Sul e Campo Alegre”, publicado no mesmo jornal em 18.05.2009, e “Torcida Alemã e Confusões Geográficas”, publicado no Jornal Evolução de 02.07.2010.
Está trabalhando nas publicações “Genealogia Boêmia de São Bento do Sul” e “Genealogia Brasileira de São Bento do Sul e Campo Alegre”. Deverá participar do livro “Famílias Catarinenses de Origem Germânica”, com produção de artigos referentes às famílias Fendrich, Zipperer e Roesler, das quais é descendente.
Também está realizando a transcrição dos diários de seu avô Herbert Alfredo Fendrich, visando a publicação dos livros “Diários da Banda Treml” (título provisório) e “A Cultura na Sociedade de Cantores 25 de Julho”, os quais poderão se desdobrar em trabalhos variados, pela amplitude do acervo.
email: rikerich@gmail.com
msn: fendrique@msn.com
facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000269694072
Grupo no Facebook SBS no Passado: http://www.facebook.com/groups/319470854767062/
Essas são as 7 primeiras gerações da minha árvore de costado – que é bem mais extensa. Nesse tipo de árvore, só entram pais, avós, bisavós, e assim por diante. Cada bloco de nomes representa uma geração. O dobro de um número corresponde ao seu pai, e o número seguinte representa a sua mãe. Assim, se o filho é o número 4, o pai será o 8 e mãe o 9.
1. Henrique Luiz Fendrich
2. Hermes Rodolfo Fendrich
3. Rosina de Fátima da Silva
4. Herbert Alfredo Fendrich
5. Dóris Isolda Giese
6. Luiz da Silva
7. Otília Fragoso
8. Frederico Fendrich
9. Anna Roesler
10. Rodolfo Giese
11. Catharina Bail
12. Antônio Correia Santos
13. Francisca da Silva
14. Luiz Thomé Fragoso
15. Rozina Hannusch
16. Friedrich Fendrich
17. Catharina Zipperer
18. Johann Rössler
19. Amalie Preussler
20. Karl Giese
21. Ida Bertha Labenz
22. Benedikt Beyerl
23. Catharina Brandl
24. Pedro
25. Bertulina
26. Francisco da Silva
27. Quintiliana
28. Saturnino Fragoso de Oliveira
29. Joaquina Fragoso Cavalheiro
30. Johann Hannusch
31. Barbara Mühlbauer
32. Franz Fendrich
33. Maria Magdalena Trnka
34. Anton Zipperer
35. Elisabeth Mischeck
36. Franz Rössler
37. Antonia Lang
38. Bernard Preussler
39. Anna Jaeger
40. Johann Karl Giese
41. Emilie Wegner
42. Friedrich Labenz
43. Wilhelmine Witt
44. Peter Haden
45. Maria Beyerl
46. Josef Brandl
47. Anna Weinfurter
56. Generoso Fragoso de Oliveira
57. Leopoldina Maria de Almeida
58. Felippe Soares Fragoso
59. Flora Lina Cavalheiro
60. Wenzel Hannusch
61. Anna Trojan
62. Anton Mühlbauer
63. Barbara Pfeffer
68. Jakob Zipperer
69. Therezia Bohman
70. Thomas Mischeck
71. Barbara Greil
72. Franz Rössler
73. Klara Preissler
74. Josef Lang
75. Barbara Wawrich
76. Ferdinand Preussler
77. Anna Elisabeth Staffen
78. Augustin Jaeger
79. Anna Maria Ehrentraud
86. Michael Witt
87. Relina
92. Michael Brandl
93. Margareth Mundl
112. Ermenegildo Rodrigues de Oliveira
113. Francisca Soares
114. Joaquim Rodrigues de Almeida
115. Maria Calisto
116. Manoel Soares Fragoso
117. Marciana Maria de Marafigo
118. João Florido Cavalheiro
119. Eduvirgem de Pontes Maciel
122. Anton Trojan
123. Elisabeth Tausch
124. Mathias Mühlbauer
125. Klara
126. Georg Pfeffer
127. Anna Singer
Caro Autor,
gostaria que me fosse informado um e-mail de contato para que eu possa enviar algumas sugestões de pauta.
Grande abraço.
Ricardo Peixoto
OLa… gostaria de saber se vc tem alguma informação da familia Blödorn(ou Bledorn ou Blodorn), pois ja procurei em muitos lugares e ainda não consegui encontrar muitas informações.
Agradeço desde ja
Caro Henrique Fendrich,
tenho acompanhado algumas de suas notícias e sobretudo o seu interesse pela história de SBS.
Como estarei visitando a região de Gablonz e Reichenberg a partir do dia 22/10, apreciaria muito se você pudesse disponibilizar as informações sobre os nossos antepassados Rösler, Rössler ou Roesler, Treml, Fendrich, Preussler, principalmente as localidades e as igrejas em que foram batizados o Johann Rösler, a Amalia Preussler (seria na Johanniskirche, mas de que vilarejo?
Pretendo fotografar estes locais, alguns certamente ainda preservados, apesar de sabermos que nossos eventuais parentes já foram expulsos da Tchecoslováquia logo depois da II Guerra. Mas alguma memória há de ter ficado. Pelo menos é o que pretendo pesquisar.
Agradeceria qualquer “dica” e me comprometo a compartilhar os “achados” que levantar.
Grande abraço,
Prof. Dr. Romeu Rössler Telma
Professor Titular da UFPR
Prezado Dr. Romeu,
Fiquei contente em saber da sua viagem para o norte da Bomia.
O registro de batismo do Johann Rssler eu j tenho a fotografia, e mando em anexo, caso ainda no tenha visto. Foram conseguidas pelo Marcelo Luiz Bork Rssler, quando esteve na regio.
Segundo me foi informado, esses registros do norte da Bomia, e que incluem Rssler e Preussler, esto na cidade de Litomerice. A consulta nesses registros deve ser agendada, ao que me consta.
Sobre os Preussler, adianto que no necessrio pesquisar mais nada, pois j recebi de um pesquisador tcheco toda a rvore da familia. Assim que eu fizer alguns ajustes posso lhe passar.
Da famlia Rssler, temos apenas esse registro de batismo, que nos informa: que seus pais so Franz Rssler, de Reichnau, e Antonia Lang, de Pelkowitz; que seus avs paternos eram Franz Rssler e Klara Preissler, ambos j falecidos em 1860, data do batismo; e que seus avs maternos eram Josef Lang e Barbara Wawrich. O registro informa ainda dois bisavs: o pai de Klara era Augustin Preissler e o pai de Barbara era Josef Wawrich.
Ento, parece-me que as pesquisas devem buscar os registros desses nomes, e especialmente o casamento de Franz Rssler com Klara Preissler, que deve ter acontecido no comeo dos anos 1800, ou ainda antes.
A famlia Treml est registrada nos arquivos de Pilsen, no leste da Bomia, j perto da Bavria. No sei a sua disponibilidade de viajar para l tambm, mas se for o caso posso lhe informar alguns dados, que no tenho de cabea. Um parente meu, Rafael Carlos Treml, esteve por l no ano passado, se no me engano. Parece-me que tirou foto do registro de batismo do imigrante Jacob Treml. Vou confirmar.
Os Fendrich so um grande mistrio, pq a origem a aldeia de Lomnitz, e existem vrias com esse nome na Repblica Tcheca. Alis, “Lomnitz, perto de Hosin”. Existe uma que se enquadra nessa definio, mas um pesquisador tcheco afirmou que no existe nem existiu Fendrich por l. Ento, no sei.
abraos, Henrique Fendrich
Dear Mr. Fendrich,
I am Bohemian German living in Northern Bohemia (born 1941). Our familiy stayed here by chance. I married a Czech from Southern Bohemia.
I am retired and I work as a tourist guide. In my veins is also the blood of Klamt, Pilz, Rossler, Streit, Gärtner, Simm , Zenkner- people, who lived since the 16. century in this region.
I speak German, Czech, English, Russian and I try also learn portuguez. Mas portugues é difizil…
I can help you with informations and guide you around to the villages like Reichenau (Rychnov), Johannesberg (Janov nad Nisou) – a lot of things changed in 1945 and the visitors would find the czech names only.
You can find the story of my life in “Als die Deutschen weg waren” – Rowohlt Verlag, BDR.
Sincerely
Christa Petrásková – Tippelt
Dear Mrs. Petrásková,
Thanks for writing. I have some friends and relatives that intend to travel to Northern Bohemia this month. I’ll talk about you. They’re also descendant of Rossler from Reichnau. Maybe you will able to help them. Many people have travelled from here to Bohemia.
Portuguese is really difficult, but I think it would not be easy for me to learn Czech! =)
best regards, Henrique Fendrich
Boa Tarde, Henrique.
Estou tentando localizar dados dos meus antepassados com sobrenome Biatobock/Biaobock.
Caso tenha alguma informação agradeço..
Sds
Marcelo Biatobock
Bom Dia Henrique
Estou tentado localizar algum registro, que possa me indicar onde foram sepultados meus ancestrais da Familia Lenschow, que foram mortos por bugres em 25/11/1873 na Estrada da Serra.
Ja localizei reportagens no jornal Kolonie Zeitung da época, mas consegui encontrar onde forão sepultados.
Caso tenho alguma informação, agradeço
Sds
Marcelo Biatobock
Caro Henrique,
Acompanho o seu blog. Está de parabéns.
Trabalho com Cidadania Italiana no Espírito Santo e sou um curioso do mesmo assunto de que trata sobre ‘São Bento do Sul’ em seu blog em relação a algumas localidades do interior de Minas Gerais onde viveram meus antepassados.
Estou tentando realizar um trabalho, ainda meio tímido, mas parecido com o seu sobre minha família e os locais onde viveram.
Ainda me falta tempo, mas a paixão vai me movendo ainda que devagar.
Com realção ao “J. Weiss e Irmão” de Curtiba estou te enviando no e-mail um cartão que achei na Internet. Penso até que já tenha visto, mas se não viu é uma pista sobre eles.
Apenas isto.
E parabéns pelo seu trabalho, pelo blog. Muito legal.
Dr. Geraldo Magela da Silva Araujo
Olá Henrique! Antes demais nada, quero expressar “publicamente” minha admiração de seu trabalho e de seu blog. O uso como inspiração para escrever o meu, (blog, não o livro).
Bom, me parece que li em algum lugar de seu blog, que você tem parentes da família Fragoso. Acabei de postar um texto que fala sobre um senhor Pedro Fragoso Cavalheiro em 1920.
De todo modo, fica meu apreço registrado.
Abraço.
Caro Henrique:
Pesquiso a família Stöberl, mais propriamente o ramo do Laurenz Stöberl e seu filho Josef. Todos os dados do Brasil já possuo, mas parei quanto aos dados do Boehmerwald.
Estive há algum tempo em Pilsen mas nada consegui, pois na época a atendente não falava alemão nem inglês.
Vi no Blog que algumas pessoas pesquisam os Stoeberls.
Pelo jeito o Laurenz era o mais velho (70 anos) e deve ter vindo acompanhando filhos cujos conhecidos são: Josef, Anna, Wenzel e Friedrich.
Pode me dar dicas de como posso continuar minha pesquisa?
Obrigado,
Paulo Stöberl (Curitiba)
Olá Henrique!
Gostei muito do seu blog. Parabéns!
Sou tetraneta de Francisco Bueno Franco. Gostaria de saber se você possui mais informações sobre a família Bueno Franco, como também das famílias Panneitz e Schmidt (da minha bisavó).
Grata
Elaina
Boa tarde, Henrique!
Há algum tempo estou pesquisando sobre a familia Neppel e nos mapas genealógicos que vejo na internet estão bastante confusos conforme um nome vai aparecendo. Moro em Curitiba, conheci São Bento do Sul e Piên, onde tenho parentes por parte da minha tia-avó Lidia Baum, falecida esposa de João Fragoso (os netos deles atendem pelo sobrenome Kruk) , sendo que a minha avó Frida (ou Frieda) Baum casou-se com meu avô Carlos Neppel – estes moraram em Quatro Pinheiros, localidade de Mandirituba (Pr) e pelas informações de família, meus bisavós se chamavam Carlos Neppel e Thereza (ninguém soube o sobrenome dela). Os nomes dos irmãos do meu avô eram Léo Neppel e Elizabete Neppel e tinha mais uns 4 ou 5 irmãos, que meus parentes tiveram dificuldades de lembrar. Ficaria grata se você souber de algo, por pequena que seja a informação, para poder desvendar a minha árvore genealógica, tamanha é a história dos Neppel, pois vieram 2 famílias ao Brasil, uma em 1876 e outra em 1877…
Abços e muita luz em suas pesquisas!
E parabéns pelo seu blog, volta e meia confiro suas histórias e comentários!
Prezado Henrique, bom dia.
Primeiro, parabéns sobre seu trabalho.
Me chamo Maicon Luiz Hilgenstieler e gostaria de saber se você possui informações sobre a chegada de meus antepassados no Brasil. Venho buscando informações em sites dinamarqueses, mas tenho encontrado dificuldades, uma vez que o sobrenome original era um pouco diferente do atual.
Sou neto de Luiz Hilgenstieler e Ana Cristina Fendrich Hilgenstieler.
Obrigado,
Maicon Luiz H.
Caro Primo Henrique,
Ler seus posts é sempre uma excelente viagem ao passado. Entristece-me saber que o passado da nossa família é um mistério. Se existir algo no qual eu possa ajudar, é só avisar, ok?
Um abraço,
Eduardo Fendrich