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Posts Tagged ‘Angewitz’

O livro “Famílias Catarinenses de Origem Germânica”  está aguardando pelo encaminhamento do projeto junto aos órgãos governamentais de Santa Catarina. A informação foi do organizador Toni Jochem, que afirmou existirem dois PTEC para o projeto (817/090 e 1892/100). Jochem também disse, que em todos os contatos, a resposta é sempre que é preciso esperar, esperar, esperar. Possivelmente, os autores que quiserem terão que partir para um plano alternativo, que consiste no próprio custeio da obra.

O projeto contará com a participação de famílias de São Bento do Sul e região. Foram inscritas as seguintes famílias e seus respectivos autores:

Angewitz – Márcio Ricardo Staffen

Bollmann – Antônio Dias Mafra

Diener – Douglas Moeller Diener

Fendrich – Henrique Luiz Fendrich

Froehner – Juliano Froehner

Hackbarth – Zilda Hatschbach

Hatschbach – Zilda Hatschbach

Hümmelgen – Cristian Luis Hruschka

Kobs – Sueli Aparecida Tuleski

Prüss – Flávio Pruess

Roesler – Henrique Luiz Fendrich

Schindler – Flávio Pruess

Schuhmacher – Márcio Ricardo Staffen

Staffen – Márcio Ricardo Staffen

Zipperer – Henrique Luiz Fendrich

Esperamos que a situação possa ser resolvida brevemente. A obra era para ter sido publicada ano passado, quando se lembrava dos 180 anos da imigração alemã no estado. É importante o registro da história dessas famílias que, embora em número reduzido, representam significativos subsídios para o entendimento do passado de São Bento do Sul e região.

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O livro “Famílias Catarinenses de Origem Germânica”, projeto organizado por Toni Jochem em comemoração aos 180 da Imigração Alemã em Santa Catarina, contará com a presença significativa de sobrenomes da região de São Bento do Sul. Das mais de 100 famílias já inscritas, a cidade estará representada pelos seguintes sobrenomes e pesquisadores:

 

Angewitz – Henrique Luiz Fendrich e Márcio Ricardo Staffen

Beyerl – Henrique Luiz Fendrich

Bollmann – Antônio Dias Mafra

Diener – Douglas Moeller Diener

Fendrich – Henrique Luiz Fendrich

Froehner – Juliano Froehner

Hackbarth – Zilda Hatschbach

Hatschbach – Zilda Hatschbach

Hümmelgen – Cristian Luis Hruschka

Kobs – Sueli Aparecida Tuleski

Prüss – Flávio Pruess

Roesler – Henrique Luiz Fendrich

Schindler – Flávio Pruess

Schuhmacher – Márcio Ricardo Staffen

Staffen – Márcio Ricardo Staffen

Zipperer – Henrique Luiz Fendrich

 

É um bom número de participantes, que certamente saberá representar da melhor maneira as suas famílias e a própria história de São Bento do Sul. Lamenta-se, no entanto, que alguns sobrenomes tradicionais na cidade, como Pscheidt, Grossl e outros, não possuam pesquisadores entre os seus descendentes e, por conta disso, não poderão fazer parte dessa valiosa publicação, que se deverá se tornar fonte de pesquisa para as gerações posteriores. A nossa intenção era fazer com que o maior número possível de famílias são-bentenses fossem representadas no livro.

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ANGEWITZ, Roberto. (São Bento do Sul, 29/10/1878 – Curitiba, 22/10/1947). Também conhecido por “Perna-de-pau”. Pioneiro na exploração do xisto betuminoso em São Mateus do Sul/PR. Filho de Maximiliano Angewitz, ou Andziewicz, e Nathalia Cyms, imigrantes alemães que vieram para São Bento do Sul. Aos oito anos, foi mordido na perna direita por uma cobra, o que lhe custou a amputação do membro e a sua substituição por uma de maneira – o que lhe rendeu o apelido. Por volta do começo do século XX, se mudou para Curitiba, onde foi motorista de táxi e também abriu uma fundição de bronze e ferro. A 1ª Guerra Mundial fez com que seu negócio ruísse. Depois, montaria uma oficina de reparações. Em 1932, quando as restrições cambiais tornaram muito difícil a importação de gasolina, realizou em São Mateus do Sul experiência de destilação do xisto. Aos poucos, obteve os primeiros resultados satisfatórios, conseguindo produzir gasolina e outros produtos. Passou então a se dedicar exclusivamente à atividade pioneira, criando inclusive a primeira usina para exploração e destilação do xisto. Foi por algum tempo um dos raros homens que podia dispor de gasolina no Brasil e que sabia como obtê-la. O pioneirismo, no entanto, fez com que não tomasse alguns cuidados e, conseqüentemente, fosse lentamente envenenado pelos gases com que lidava.  Com o surgimento da campanha nacional do “O Petróleo é Nosso”, não houve como defender-se dos interesses do governo, que adquiriu a sua inovadora usina e lhe deu em troca apenas 200 contos. Casou-se com Helena Henning e teve os filhos Elly, Paula e Roberto Oscar. Entre 1946 e 1947 voltou para Curitiba, onde faleceu. Para homenageá-lo, foi construída uma estátua de Angewitz na cidade de São Mateus do Sul, em tamanho natural. (Fontes: “São Bento na Memória das Gerações”, de Alexandre Pfeiffer)

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