Autor

Henrique Luiz Fendrich nasceu em São Bento do Sul/SC no dia 20/05/1987. É formado em jornalismo pela Unibrasil, de Curitiba/PR, onde mora atualmente. De origens germânicas e brasileiras, começou a pesquisar a história da sua família em setembro de 2004. De lá para cá, descobriu muitos antepassados e muitas histórias sobre eles. Com o tempo, o interesse se estendeu às demais famílias de São Bento do Sul – e à história da cidade como um todo. É autor dos livros de história “O imigrante Anton Zipperer – 200 anos de nascimento” (2013), “A família Soares Fragoso – Genealogia no Paraná e Santa Catarina” (2015) e “A família de Nicolau Becker – Rio Negro, Mafra e Itaiópolis” (2017), além dos livros de crônicas “Brasília quando perto” (2013), “Deus ainda não acabou com tudo” (2014) e “Terrível encontro comigo mesmo” (2017). 

Publicações históricas na imprensa:

“Os Brasileiros de São Bento do Sul”, publicado no Jornal A Gazeta em 23.09.2008. 

“Escravos em São Bento do Sul e Campo Alegre”, publicado no Jornal A Gazeta em 18.05.2009.

“Torcida Alemã e Confusões Geográficas”, publicado no Jornal Evolução de 02.07.2010.

“Dr. Vasco e os 120 Anos da Justiça”, publicado no Jornal Evolução de 21.10.2011.

“Fragosos: Ascensão e Queda”, publicado no Jornal Evolução de 09.09.2011.

“Histórias Alternativas de São Bento”, publicado no Jornal Evolução de 23.09.2011.

“A Carroça”, publicado no Jornal Evolução de 04.11.2011.

“A Espanhola em São Bento”, publicado no Jornal Evolução de 09.03.2012.

“Nossos Escravos”, publicado no Jornal Evolução de 11.05.2012.

“História Inédita de São Bento”, publicado no Jornal Evolução de 01.06.2012.

“A História Inédita Continua”, publicado no Jornal Evolução de 08.06.2012. 

“Novas Histórias Velhas”, publicado no Jornal Evolução de 15.06.2012. 

“Essa Coisa de Ser Prefeito”, publicado no Jornal Evolução de 06.07.2012.

“1897: O Terror em São Bento”, publicado no Jornal Evolução de 14.09.2012. 

“O Terror no Aniversário da Cidade”, publicado no Jornal Evolução de 21.09.2012

“O Passado do Prefeito”, publicado no Jornal Evolução de 11.10.2012.

“A São Bento Americana”, publicada no Jornal Evolução de 09.11.2012.

“Novidades da Família Zipperer”, publicado no Jornal Folha do Norte de 05.03.2013.

“As índias dos Fragoso”, publicado no Jornal Folha do Norte de 12.03.2013.

“A aldeia dos Fendrich”, publicado no Jornal Folha do Norte de 19.03.2013.

“A avó Roesler ficou na Europa”, publicado no Jornal Folha do Norte de 26.03.2013.

“O nascimento dos Vidal Teixeira”, publicado no Jornal Folha do Norte de de 02.04.2013.

“Michael Witt, o primeiro a morrer”, publicado no Jornal Folha do Norte de 09.04.2013.

“As viagens de Hugo Zöller”, publicado no Jornal Folha do Norte de 16.04.2013.

“Os Mühlbauer no Brasil”, publicado no Jornal Folha do Norte de 23.04.2013.

“A família Treml nos 100 anos da Banda”, publicado no Jornal Folha do Norte de 30.04.2013.

“O padre Emílio Dufner em São Bento”, publicado no Jornal Folha do Norte de 21.07.2015, 28.07.2015, 04.08.2015, 11.08.2015 e 18.08.2015. 

“Miguel Fragoso e o Contestado”, publicado no jornal Folha do Norte de 25.08.2015.

“Os poloneses de Dembowiec”, publicado no jornal Folha do Norte de 01.09.2015. 

“Origens do Expresso São Bento”, publicado no jornal Folha do Norte de 08.09.2015. 

“As primeiras edições da Schlachtfest”, publicado no Jornal Folha do Norte de 15.09.2015. 

“E o nome São Bento?”, publicado no jornal Folha do Norte de 22.09.2015.

“Ainda sobre o nome São Bento”, publicado no Jornal Folha do Norte de 29.09.2015.

O polêmico Bento dos Santos Martins”, publicado no Jornal Folha do Norte de 06.10.2015.

“Cartaz de filme é censurado”, publicado no Jornal Folha do Norte de 13.10.2015.

“Novidades da família Hannusch”, publicada no Jornal Folha do Norte de 20.10.2015. 

Contato:

email: hlfendrich@gmail.com

facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000269694072

Grupo no Facebook SBS no Passado:  http://www.facebook.com/groups/319470854767062/


Essas são as 7 primeiras gerações da minha árvore de costado – que é bem mais extensa. Nesse tipo de árvore, só entram pais, avós, bisavós, e assim por diante. Cada bloco de nomes representa uma geração. O dobro de um número corresponde ao seu pai, e o número seguinte representa a sua mãe. Assim, se o filho é o número 4, o pai será o 8 e mãe o 9.

1. Henrique Luiz Fendrich

2. Hermes Rodolfo Fendrich

3. Rosina de Fátima da Silva

4. Herbert Alfredo Fendrich

5. Dóris Isolda Giese

6. Luiz da Silva

7. Otília Fragoso

8. Frederico Fendrich

9. Anna Roesler

10. Rodolfo Giese

11. Catharina Bail

12. Antônio Correia Santos

13. Francisca da Silva

14. Luiz Thomé Fragoso

15. Rozina Hannusch

16. Friedrich Fendrich

17. Catharina Zipperer

18. Johann Rössler

19. Amalie Preussler

20. Karl Giese

21. Ida Bertha Labenz

22. Benedikt Beyerl

23. Catharina Brandl

24. Pedro

25. Bertulina

26. Francisco da Silva

27. Quintiliana

28. Saturnino Fragoso de Oliveira

29. Joaquina Fragoso Cavalheiro

30. Johann Hannusch

31. Barbara Mühlbauer

32. Franz Fendrich

33. Maria Magdalena Trnka

34. Anton Zipperer

35. Elisabeth Mischeck

36. Franz Rössler

37. Antonia Lang

38. Bernard Preussler

39. Anna Jaeger

40. Johann Karl Giese

41. Emilie Wegner

42. Friedrich Labenz

43. Wilhelmine Witt

44. Peter Haden

45. Maria Beyerl

46. Josef Brandl

47. Anna Weinfurter

56. Generoso Fragoso de Oliveira

57. Leopoldina Maria de Almeida

58. Felippe Soares Fragoso

59. Flora Lina Cavalheiro

60. Wenzel Hannusch

61. Anna Trojan

62. Anton Mühlbauer

63. Barbara Pfeffer

68. Jakob Zipperer

69. Therezia Bohman

70. Thomas Mischeck

71. Barbara Greil

72. Franz Rössler

73. Klara Preissler

74. Josef Lang

75. Barbara Wawrich

76. Ferdinand Preussler

77. Anna Elisabeth Staffen

78. Augustin Jaeger

79. Anna Maria Ehrentraud

86. Michael Witt

87. Relina

92. Michael Brandl

93. Margareth Mundl

112. Ermenegildo Rodrigues de Oliveira

113. Francisca Soares

114. Joaquim Rodrigues de Almeida

115. Maria Calisto

116. Manoel Soares Fragoso

117. Marciana Maria de Marafigo

118. João Florido Cavalheiro

119. Eduvirgem de Pontes Maciel

122. Anton Trojan

123. Elisabeth Tausch

124. Mathias Mühlbauer

125. Klara

126. Georg Pfeffer

127. Anna Singer

41 pensamentos sobre “Autor

  1. Caro Autor,

    gostaria que me fosse informado um e-mail de contato para que eu possa enviar algumas sugestões de pauta.

    Grande abraço.

    Ricardo Peixoto

  2. OLa… gostaria de saber se vc tem alguma informação da familia Blödorn(ou Bledorn ou Blodorn), pois ja procurei em muitos lugares e ainda não consegui encontrar muitas informações.
    Agradeço desde ja

  3. Caro Henrique Fendrich,

    tenho acompanhado algumas de suas notícias e sobretudo o seu interesse pela história de SBS.
    Como estarei visitando a região de Gablonz e Reichenberg a partir do dia 22/10, apreciaria muito se você pudesse disponibilizar as informações sobre os nossos antepassados Rösler, Rössler ou Roesler, Treml, Fendrich, Preussler, principalmente as localidades e as igrejas em que foram batizados o Johann Rösler, a Amalia Preussler (seria na Johanniskirche, mas de que vilarejo?
    Pretendo fotografar estes locais, alguns certamente ainda preservados, apesar de sabermos que nossos eventuais parentes já foram expulsos da Tchecoslováquia logo depois da II Guerra. Mas alguma memória há de ter ficado. Pelo menos é o que pretendo pesquisar.
    Agradeceria qualquer “dica” e me comprometo a compartilhar os “achados” que levantar.
    Grande abraço,
    Prof. Dr. Romeu Rössler Telma
    Professor Titular da UFPR

  4. Prezado Dr. Romeu,

    Fiquei contente em saber da sua viagem para o norte da Bomia.

    O registro de batismo do Johann Rssler eu j tenho a fotografia, e mando em anexo, caso ainda no tenha visto. Foram conseguidas pelo Marcelo Luiz Bork Rssler, quando esteve na regio.

    Segundo me foi informado, esses registros do norte da Bomia, e que incluem Rssler e Preussler, esto na cidade de Litomerice. A consulta nesses registros deve ser agendada, ao que me consta.

    Sobre os Preussler, adianto que no necessrio pesquisar mais nada, pois j recebi de um pesquisador tcheco toda a rvore da familia. Assim que eu fizer alguns ajustes posso lhe passar.

    Da famlia Rssler, temos apenas esse registro de batismo, que nos informa: que seus pais so Franz Rssler, de Reichnau, e Antonia Lang, de Pelkowitz; que seus avs paternos eram Franz Rssler e Klara Preissler, ambos j falecidos em 1860, data do batismo; e que seus avs maternos eram Josef Lang e Barbara Wawrich. O registro informa ainda dois bisavs: o pai de Klara era Augustin Preissler e o pai de Barbara era Josef Wawrich.

    Ento, parece-me que as pesquisas devem buscar os registros desses nomes, e especialmente o casamento de Franz Rssler com Klara Preissler, que deve ter acontecido no comeo dos anos 1800, ou ainda antes.

    A famlia Treml est registrada nos arquivos de Pilsen, no leste da Bomia, j perto da Bavria. No sei a sua disponibilidade de viajar para l tambm, mas se for o caso posso lhe informar alguns dados, que no tenho de cabea. Um parente meu, Rafael Carlos Treml, esteve por l no ano passado, se no me engano. Parece-me que tirou foto do registro de batismo do imigrante Jacob Treml. Vou confirmar.

    Os Fendrich so um grande mistrio, pq a origem a aldeia de Lomnitz, e existem vrias com esse nome na Repblica Tcheca. Alis, “Lomnitz, perto de Hosin”. Existe uma que se enquadra nessa definio, mas um pesquisador tcheco afirmou que no existe nem existiu Fendrich por l. Ento, no sei.

    abraos, Henrique Fendrich

  5. Dear Mr. Fendrich,

    I am Bohemian German living in Northern Bohemia (born 1941). Our familiy stayed here by chance. I married a Czech from Southern Bohemia.
    I am retired and I work as a tourist guide. In my veins is also the blood of Klamt, Pilz, Rossler, Streit, Gärtner, Simm , Zenkner- people, who lived since the 16. century in this region.
    I speak German, Czech, English, Russian and I try also learn portuguez. Mas portugues é difizil…
    I can help you with informations and guide you around to the villages like Reichenau (Rychnov), Johannesberg (Janov nad Nisou) – a lot of things changed in 1945 and the visitors would find the czech names only.
    You can find the story of my life in “Als die Deutschen weg waren” – Rowohlt Verlag, BDR.

    Sincerely

    Christa Petrásková – Tippelt

  6. Dear Mrs. Petrásková,

    Thanks for writing. I have some friends and relatives that intend to travel to Northern Bohemia this month. I’ll talk about you. They’re also descendant of Rossler from Reichnau. Maybe you will able to help them. Many people have travelled from here to Bohemia.

    Portuguese is really difficult, but I think it would not be easy for me to learn Czech! =)

    best regards, Henrique Fendrich

  7. Boa Tarde, Henrique.

    Estou tentando localizar dados dos meus antepassados com sobrenome Biatobock/Biaobock.
    Caso tenha alguma informação agradeço..

    Sds
    Marcelo Biatobock

  8. Bom Dia Henrique

    Estou tentado localizar algum registro, que possa me indicar onde foram sepultados meus ancestrais da Familia Lenschow, que foram mortos por bugres em 25/11/1873 na Estrada da Serra.
    Ja localizei reportagens no jornal Kolonie Zeitung da época, mas consegui encontrar onde forão sepultados.
    Caso tenho alguma informação, agradeço

    Sds
    Marcelo Biatobock

  9. Caro Henrique,
    Acompanho o seu blog. Está de parabéns.
    Trabalho com Cidadania Italiana no Espírito Santo e sou um curioso do mesmo assunto de que trata sobre ‘São Bento do Sul’ em seu blog em relação a algumas localidades do interior de Minas Gerais onde viveram meus antepassados.
    Estou tentando realizar um trabalho, ainda meio tímido, mas parecido com o seu sobre minha família e os locais onde viveram.
    Ainda me falta tempo, mas a paixão vai me movendo ainda que devagar.
    Com realção ao “J. Weiss e Irmão” de Curtiba estou te enviando no e-mail um cartão que achei na Internet. Penso até que já tenha visto, mas se não viu é uma pista sobre eles.
    Apenas isto.
    E parabéns pelo seu trabalho, pelo blog. Muito legal.
    Dr. Geraldo Magela da Silva Araujo

  10. Olá Henrique! Antes demais nada, quero expressar “publicamente” minha admiração de seu trabalho e de seu blog. O uso como inspiração para escrever o meu, (blog, não o livro).
    Bom, me parece que li em algum lugar de seu blog, que você tem parentes da família Fragoso. Acabei de postar um texto que fala sobre um senhor Pedro Fragoso Cavalheiro em 1920.

    De todo modo, fica meu apreço registrado.
    Abraço.

  11. Caro Henrique:

    Pesquiso a família Stöberl, mais propriamente o ramo do Laurenz Stöberl e seu filho Josef. Todos os dados do Brasil já possuo, mas parei quanto aos dados do Boehmerwald.
    Estive há algum tempo em Pilsen mas nada consegui, pois na época a atendente não falava alemão nem inglês.
    Vi no Blog que algumas pessoas pesquisam os Stoeberls.
    Pelo jeito o Laurenz era o mais velho (70 anos) e deve ter vindo acompanhando filhos cujos conhecidos são: Josef, Anna, Wenzel e Friedrich.
    Pode me dar dicas de como posso continuar minha pesquisa?

    Obrigado,

    Paulo Stöberl (Curitiba)

  12. Olá Henrique!

    Gostei muito do seu blog. Parabéns!

    Sou tetraneta de Francisco Bueno Franco. Gostaria de saber se você possui mais informações sobre a família Bueno Franco, como também das famílias Panneitz e Schmidt (da minha bisavó).

    Grata
    Elaina

  13. Boa tarde, Henrique!

    Há algum tempo estou pesquisando sobre a familia Neppel e nos mapas genealógicos que vejo na internet estão bastante confusos conforme um nome vai aparecendo. Moro em Curitiba, conheci São Bento do Sul e Piên, onde tenho parentes por parte da minha tia-avó Lidia Baum, falecida esposa de João Fragoso (os netos deles atendem pelo sobrenome Kruk) , sendo que a minha avó Frida (ou Frieda) Baum casou-se com meu avô Carlos Neppel – estes moraram em Quatro Pinheiros, localidade de Mandirituba (Pr) e pelas informações de família, meus bisavós se chamavam Carlos Neppel e Thereza (ninguém soube o sobrenome dela). Os nomes dos irmãos do meu avô eram Léo Neppel e Elizabete Neppel e tinha mais uns 4 ou 5 irmãos, que meus parentes tiveram dificuldades de lembrar. Ficaria grata se você souber de algo, por pequena que seja a informação, para poder desvendar a minha árvore genealógica, tamanha é a história dos Neppel, pois vieram 2 famílias ao Brasil, uma em 1876 e outra em 1877…

    Abços e muita luz em suas pesquisas!
    E parabéns pelo seu blog, volta e meia confiro suas histórias e comentários!

  14. Prezado Henrique, bom dia.

    Primeiro, parabéns sobre seu trabalho.

    Me chamo Maicon Luiz Hilgenstieler e gostaria de saber se você possui informações sobre a chegada de meus antepassados no Brasil. Venho buscando informações em sites dinamarqueses, mas tenho encontrado dificuldades, uma vez que o sobrenome original era um pouco diferente do atual.

    Sou neto de Luiz Hilgenstieler e Ana Cristina Fendrich Hilgenstieler.

    Obrigado,

    Maicon Luiz H.

  15. Caro Primo Henrique,

    Ler seus posts é sempre uma excelente viagem ao passado. Entristece-me saber que o passado da nossa família é um mistério. Se existir algo no qual eu possa ajudar, é só avisar, ok?

    Um abraço,

    Eduardo Fendrich

  16. Gostaria muito de saber um pouco mais da história de minha família,sei muito pouco, Meu bisavô tinha um Hotel (acredito ter alguns postais ou fotos da época )tô procurando .Seu sobrenome era Kasemodel.Forma de queijo numa tradução medíocre
    Ele deve ter tido muiiitos filhos.Na foto que tenho da família minha avó ela é um bebezinho entre uns 10 ou 12 filhos.
    Por volta de1900,meu avó comerciante de madeira chegou vindo de longe em São Bento do Sul e se apaixonou por uma moça clarinha mas que não falava português filha do tal Kasemodel
    .Ela iria aprender a falar brasileiro, ficaram noivos e ele voltou para casar um ano depois casados foram morar em Salvador ,na Bahia.
    -Essa é a historia da Elisabeth Kasemodel e Cornélio Brandão meus avós maternos
    .De meu bisavó e bisavó não tenho mais noticias e gostaria muito de saber se tenho algum parente por ai .
    Em 2002 encontrei alguns Kasemodel na cidade de ITapéva ,sul paulista que eram meio meus primos .
    Gostaria muito de sua ajuda, principalmente porque agora tenho uma filha morando em Blumenau e pretendo no próximo més visitar São Bento do Sul . Obrigada Vera

  17. Estou tentando resgatar minha história, sou Rössler, não faço a minima ideia de como começar minha busca, mas quero mostrar para meus filhos a importância de uma história.Se puderes me ajudar fico muito agradecida. Alessandra Rossler

  18. gostaria de saber sobre meu bisavo, que se chamava Gustavo Hinsch topografo e astronomo, vei trabalhar no brasil no tempo da guerra, era da maçonaria, trouxe sua familia, sua mulher Agnes Hinsch, os filhos Edmund Hinsch,Max Hinsch, Gustavo Hinsch, esse ultino não teve filho, os dois primeiros tiveram filhos, meu avo morreu aos 33 anos tuberculoso, Edmund teve 3 filhas, Diva Hinsch, Antonietta Hinsch e Syleni Hinsch, sei que meu avo era engenheiro eletricista e fez amanutenção, do Zé Pelim no Campos dos Afonsos, gostaria de saber sé possivel voces terem fotos sobre menbroe de minha familia e a sua oringem,

  19. DENIZE HINSCH ,INTEGRANTE DE MINHA FAMILIA APARECEM EM SÃO BENTO COM O NOME DEJOACHIM HINSCH, VEIO COM A FAMILIA REAL PORTUGUESA, HERTHA HINSCH CASOU COM EMILIO ODEBRECHT, SEI QUE TAMBEM EMARCOU O BRASIL, ACHO QUE ELE CONHECEU O MEU BISAVO, GOSTARIA QUE APROFUNDECE MAIS UM POUCO. ACHO QUE AI TEM ALGUMA LIGAÇÃO MAIS EU NÃO CONSIGO SABER QUAL ´´E.
    OBRIGADO POR TUDO.
    FICO DESDE JÁ MUITO GRATA.

  20. Boa tarde Henrique, Me chamo Eduardo Pimentel Sao Paulo SP, no começo do ano arrumando uma casa de umaamiga que ja faleceu encontrei uma mesa antiga embaixo de duas cadeiras achei um celo com o o nome Fabrica de Moveis Treml, com o telefone (33) 0025. vc saberia algo sobre essa fabrica ou quem fez essa mesa… se vc souber de algo agradeço sem mais um abraço

  21. Henrique, boa tarde!

    Voce tem algum historico da Familia KOBUS, Moravam na regiao de rio vermelho e rio Natal mais ou menos em 1935. Sou Neta de MARIA KOBUS e não sabemos nada sobre a historia da familia. Se tiver algo que possa nos nortear, agradeço ( Os pais de minha avó eram ANNA e ANTONIO KOBUS)

  22. Olá Henrique devo ir em Setembro a Jabolenc nad Nisou (Gablonz an der Neisse) cidade onde nasceu minha mãe Edeltraud Preissler e a localidade próxima de Hrabetice (Grafendorf) onde nasceu meu bisavô Josef Preüssler (que imigrou para Nova Petrópolis).
    Seria possível receber uma relação da genealogia dos Preüssler. Sou casado com uma Roesler cujo antepassados são de Jablonec nad Nisou eram segundo consta 3 irmãos que vieram para o Rio Grande do Sul (um ficou em Montenegro “Salvador do Sul’). Se puder me ajudar em relação aos Roesler também agradeço.
    E o destino reuniu novamente descendentes de Preüssler com Roesler (eu e mimha esposa).
    Vinicius.

  23. Olá! sempre tive curiosidade por saber a origem do meu sobrenome. Muito interessante sua pesquisa! Mas não sei, dentre tantos, Pscheidt, quais seriam meus “tatataravós”. Moro em Curitiba, meu avô se chamava João Pscheidt e meus bisavós joão e Ema Pscheidt,

  24. Boa tarde Henrique , Sou de São Bento do Sul gostaria de saber mais sobre algumas famílias daqui pois sou descendente de Maahs , e em conversas com meu pai meus ancestrais também foram colonizadores de São Bento do Sul . Talvez poderíamos trocar algumas conversas com meu pai e mãe sobre o passado de muitas famílias aí citadas

  25. Boa tarde Henrique!
    Sou da família Wordell.
    Gostaria de mais informações sobre os meus antepassados.
    Talvez poderíamos trocar algumas informações.
    Desde já agradeço e aguardo.
    Abraço
    Wordell

  26. Boa tarde!
    Estou montando minha árvore genealógica desde 2003. Meu quadrivô Heinrich Marschalk, foi um dos primeiros 70 imigrantes que subiram a serra. De acordo com apontamentos de Carlos Pfeiffer, no livro Subsídios para sua História, ele se estabeleceu na Wunderwaldstrasse. Vc sabe onde fica hj essa rua em São Bento do Sul? Morrendo de curiosidade aguardo sua resposta.

  27. This os a a high quality site, instructive and historical. This site could very well be extended into a book. Cordially, Sam de Matos, Jr

  28. I am also looking fora JAN KOOLE, from my Dutch family KAALE (Now KALE in Brasil). Two JANS KOOLES, Granfather (71 year old) and a Grandson (21 years old) left COLONIA MILITAR DO URUCI, in Minas Gerais, to Santo Angelo. We never heard about them anymore, but I was told this family still exists in the South of Brasil. Please, not the KAHLES from the German “Poetess”: I ment KAALEs. or KOOLEs, from Holland. Cordially, Sam de Mattos

  29. Boa Tarde Henrique, gostaria se vc puder me ajudar, procuro os meus descendentes: SCHWETLER/SCHWEDLER, eu me assino SCHVETLER, como tem muitos erros de cartório, fica difícil, mas sei que vieram para São Bento e foram para Mafra e Itaiópolis, se puder me ajudar, agradeço, meu avô era JOÃO SCHWETLER, nascido em 08.07.1895, só que não sei onde ele nasceu…Abraço.

  30. Caro Henrique Fendrich, tive conhecimento de seu sitio através do Sr. Osny Zipperer. Parabéns pela iniciativa e ótimo sitio. Sou genealogista da minha família, e por parte de minha mãe, cuja sua mãe chamava-se Thereza Joenck Reu, que nasceu em São Bento do Sul, no distrito de Oxford, no dia 21/10/1889 e faleceu em Joinville em 29/03/1966.Estes dados estão em seu atestado de óbito e reconhecido por toda a família.Apesar de ter consultado os cartórios de Joinville e São Bento do Sul e as dioceses de Joinville e São Bento do Sul, não conseguiram achar o Registro de Batismo ou Certidão de Nascimento. Seria possível encontrar algo ou orientação para mim ? Outro informação , que o marido da Thereza Joenck , Sr Leopoldo Reu, cuja mãe dele foi a Sra. Anna Randig, cujos dados sobre ela pouco possuo, a não ser que imigrou em 31/05/1869 no navio Electric juntamente com seus pais Anton e Chatarina Wenzel e irmãos.Ela tinha 4 anos, portanto ela nasceu em 1865.Ela faleceu quando? Esta enterrada em São Bento do Sul ou Joinville ? Eles eram católicos.A família Randig morou em Joinville ou São Bento do Sul ?

  31. Olá Henrique, Primeiramente parabéns pelo trabalho. Quanto material de qualidade! Gostaria de obter mais informações sobre nossa Praça Getúlio Vargas (idealizadores, criadores, paisagistas/jardineiros responsáveis, características e curiosidades). Quem sabe até alguma curiosidade em termos de design e/ou características dos componentes dela (coreto, plantas, etc.). Você já tem isso?

  32. Sou Bisneta de Gertrudes Wordell Schindler, queria informações de Joao Wordell.

  33. BOM DIA.. ja falei contigo antes, sou JOÃO RENATO SCHVETLER, procuro pela historia de minha familia SCHWETLER/SCHWEDLER, meu avô era JOÃO SCHWETLER, nascido em 08.07.1895, não sei onde ele foi registrado, pode me ajudar? quanto custa pra fazer essa pesquisa?

  34. Boa Noite, me chamo Leonardo sou descendente dos Hinsch. Meu trisavô foi August Lisebert Christian Gustav Hinsch natural de Hamurgo nascido no ano de 1870, não sei o ano que imigrou para o Brasil mas sei que em 10/08/1898 se casou na Cidade de Teofilo Otoni – MG com Agnes Karolina Niederle.

    A noiva por sua vez também era natural de Hamburgo Alemanhã, nascida em 28/12/1882, chegou no Brasil em 21/08/1890 aos pelo porto do Rio de Janeiro junto com seus Pais Fraz Niederle e Karolina Niederle nascida Heller e seus irmãos Marie Niederle, Franz Niederle e Edmund Niederle.

    Deste casamento nasceram Gustavo Hinsch Junior, Helia Antonie Hinsch, Edmundo Hinsch e meu bisavô Max Hinsch.

    Localizei o registro de óbito do meu trisavô e nele diz que era Engenheiro Civil, seus pais se chamavam respectivamente: Friedrich Jürguen Gustavo Hinsch e Dorothea Sophia Hinsch nascida Helberg. Em seu registro de óbito o nome dele apresenta-se apenas como Drº Gustavo Hinsch.
    Minha pergunta:
    É possível saber mais sobre meu trisavô August Liesebert Christian Gustav Hinsch (Gustavo Hinsch)?
    Ex: momento da entrada no Brasil e possível registro de nascimento?

    Desde já agradeço

  35. Olá, procuro por informacoes sobre a familia KROLL, meu bisavo chama-se Francisco Kroll Nascido em 18/08/1903, faleceu em 7/01/1987, casado com Anastacia Kroll, nascida em25/12/1907 e faleceu em 24/07/1985. Gostaria de saber onde posso encontrar informacoes como em que navio vieram, data da imigracao, e principalmente de onde vieram. Ate o momento presume-se que a Familia Kroll veio da Prussia, mas tudo muito vago. Se alguem souber de informacoes sobre onde posso encontrar esses registros por favor entre em contato. Obrigada Aribel (aribelnz@gmail.com)

  36. Boa tarde!
    Meu nome é Fábio (Viana Ribeiro) e, entre os últimos dias 17 e 27 de julho estivemos visitando e conhecendo São Bento do Sul. Umas das boas surpresas da viagem foi conhecer a Sociedade Literária: tão interessante quanto eu sempre imaginei que fosse, desde que apenas vi o prédio de longe, em outras viagens.
    Mas escrevo apenas para uma sugestão literária. Ainda em São Bento, acabara de ler um livro ótimo sobre a região: “Pinheirais e Marinhas – Paraná e Santa Catarina”. Faz parte, este livro, da igualmente ótima coleção “Histórias e paisagens do Brasil”. Neste livro, um dos melhores textos é o de Robert Avé-Lallemant: “O pioneiro e o caçador”, onde é descrita a viagem que o mesmo fez em 1858 entre Joinville e Rio Negro. O texto é tão interessante que me fez ler mais sobre o autor e tentar encontrar o livro original, de onde o trecho havia sido retirado. Trata-se de um livro relativamente raro (como os próprio volume a que me referi acima), mas ainda disponível em alguns lugares. A edição original foi escrita em alemão (e provavelmente publicada na Alemanha). No Brasil o livro foi traduzido e publicado nos anos 50 e 60; e mais recentemente, nos anos 80, pela editora Itatiaia. É esta, aliás, a edição que adquiri: “Viagens pelas províncias de Santa Catarina, Paraná e São Paulo (1858).
    Detalhe: no texto que foi publicado no volume “Pinheirais e marinhas”, o autor faz boa parte da viagem em companhia do engenheiro Wunderwald (que, pelo que notei, dá nome a ruas e bairros de São Bento). Com disse, é um ótimo texto, com o autor descrevendo elogiosamente Wunderwald, as dificuldades de abrirem a estrada, e outros detalhes que me pareceram relevantes para conhecer melhor a região.
    Um grande abraço e obrigado pela atenção.
    Fábio Viana.

  37. Obrigado pela sugestão, Fábio. Cheguei a ler esse texto do Robert Avé-Lallemant em outra publicação, não lembro exatamente qual, e realmente é um texto fantástico, muito interessante. E o Wunderwald era um “monstro”, no melhor sentido da palavra.

  38. Repasso um post de Alena Krejci-Rückl (da Boêmia) que procura informações sobre os descendentes da família Rückl em SBS:

    Alena Krejci – Darf ich wieder nach dem Namen Rückl fragen? Sie sind nach Sao Bento do Sul gekommen. Gibt es etwas Ausführlicheres über Rückl? Soviel ich weiß, war einer angeblich sogar Bürgermeister. Ein anderer hatte eine Textilfabrik. Mehr weiß ich nicht, nicht einmal, wann das war. Kann man so was über Rückl irgendwo finden? Vielen Dank im voraus. Alena Krejci-Rückl, Böhmen
    publicado em Genealogia: Listas de des/embarque – Imigrantes do mundo

  39. Bom dia! Me chamo Carlos Henrique Ledebour e estou procurando informações de Gottlieb Ledebour e seus descentendes. Acredito que ele seja irmão do meu bisavô Hermann Adolpho Ledebour, que imigrou da Alemanha e fixou residência em Recife/PE. Será que você pode me ajudar?

  40. Complementando, Gottlieb Ledebour foi um dos 70 primeiros imigrantes de São Bento do Sul.

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