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Gründungstag, o “dia da fundação” comemorado em 1923.

22/09/1923 (sábado)
Às 11h e 15h, recepção dos hóspedes.
Das 16h às 18h, retreta da banda militar no Jardim Municipal.
Às 18h, queima de fogos de artifício, repicando todos os sinos.
Às 20h30, concerto da orquestra “Hammonia” no Salão Hoffmann e concerto da banda militar no Salão Independência.

23/09/1923 (domingo)
Às 6h, alvorada pela banda militar com salvas e foguetes.
Às 9h30, missa campal.
Às 11h, sessão solene do Conselho Municipal, seguindo-se a inauguração da pedra comemorativa e abertura da exposição.
Das 15h30 às 20h, retreta da banda militar no Jardim Municipal.
Às 18h, fogos de artifício.
Às 20h, “marche aux flambeaux” (obs: marcha noturna com archotes acesos) e iluminação geral. Bailes nos salões Hoffmann e Independência.

24/09/1923 (segunda-feira)
Às 14h, jogos esportivos, tiro ao alvo e retreta da banda militar.
Às 15h, extração da tômbola (obs: jogo de azar semelhante ao bingo europeu).
À noite, baile público no Salão Independência e “Baile do Bouquet” no Salão Hoffmann.

(fonte: A República, 22/09/1923)

A colonização de São Bento do Sul se deu, majoritariamente, por imigrantes de origem germânica e polonesa, aos quais se somou um significativo contingente de paranaenses que já viviam na região. O elemento germânico vinha de diferentes estados na Europa, sendo que alguns deles não pertencem atualmente à Alemanha. A maior parte dos imigrantes católicos vinha da Boêmia, que na época pertencia ao Império Austro-húngaro. Esses imigrantes eram considerados austríacos e, pouco antes de imigrar, haviam inclusive lutado contra a Prússia, que corresponde em parte à Alemanha de hoje. Ou seja, apesar de cultivarem certos traços culturais em comum, havia até mesmo uma rivalidade entre grupos germânicos distintos.

Os boêmios habitavam o seu território há vários séculos. Os da floresta boêmia chegaram até lá vindos da Baviera, e os do norte vindos da Saxônia, ambos estados alemães. Ao se mudarem para a Boêmia, mantiveram muitos costumes, mas também receberam outras influências, como a dos tchecos. Famílias boêmias como os Fendrich e os Zipperer possuem não apenas germânicos entre os seus antepassados, mas também tchecos. É, de fato, à República Tcheca que a Boêmia pertence em nossos dias, e somente a cidadania tcheca – não a alemã e nem a austríaca – é que, com dificuldades, pode ser pleiteada pelos descendentes dessas famílias.

Se os boêmios predominavam entre os imigrantes católicos de São Bento, os pomeranos eram quem dominava entre os luteranos. À época da imigração, a Pomerânia fazia parte da Prússia. Em consequência da Segunda Guerra Mundial, a maior parte do seu território foi anexada à Polônia. É, de fato, do lado hoje polonês da Pomerânia que provinham as famílias pomeranas de São Bento. É um caso parecido com o dos boêmios, pois, além de não possuírem mais um Estado, os germânicos da Pomerânia também se misturaram geneticamente aos eslavos, e não são exatamente o que se poderia chamar de “alemães” – apesar da fama de Pomerode.

Houve também muitos imigrantes da Silésia, dividida atualmente entre a República Tcheca e a Polônia, com apenas uma pequena parte na Alemanha. Mas também houve os que vieram de territórios que, em nossos dias, pertencem à Alemanha, como a Baviera, a Saxônia, a Vestfália, a Renânia, a Turíngia, Brandenburgo, Mecklenburgo e Hamburgo. Esses eram, no entanto, minoria entre os imigrantes da cidade. Também em menor número veio gente da Alsácia, hoje na França, do Tirol, dividido entre Áustria e a Itália, e mesmo da Dinamarca. Todos esses podem ser vistos hoje simplesmente como “alemães” por seus descendentes, mas uma pesquisa mais aprofundada dos antepassados pode revelar uma origem um pouco diversa.

Talvez seja a atual Alemanha o lugar que melhor incorpora certo tipo de cultura, típica de cidades como São Bento, mas em grande parte dos casos a correspondência não se dá do ponto de vista geográfico, pois os imigrantes vieram de territórios hoje pertencentes a outros países da Europa. Não se trata de mera “sutileza” da história, pois o conhecimento dessas especificidades pode revelar aquilo que temos de original. Pouca gente sabe, por exemplo, que São Bento é a cidade brasileira que mais recebeu imigrantes da Boêmia. Particularidades como essa se perdem quando se fala genericamente em “alemães”.  Por isso, vale o resgate.

Este artigo foi enviado ao jornal A Gazeta, de São Bento do Sul, mas não publicado. A motivação do texto foi uma sugestão da Banda Treml referente à possibilidade de alterar o nome da praça Getúlio Vargas para Pedro Machado de Bitencourt. Como a própria Banda lembrou, uma decisão como essa precisa ser amplamente discutida pelo plenário do Conselho de Políticas Culturais de São Bento. O que deixo aqui é apenas minha contribuição ao debate. 

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Venho acompanhando com especial interesse e, devo dizer, com alguma satisfação, a discussão acerca da mudança do nome da Praça Getúlio Vargas. Isso porque a substituição do nome da praça por outro, mais condizente com a história de São Bento, é uma coisa que venho defendendo já há alguns anos, escrevendo mais de uma vez sobre isso em jornais locais.
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É importante que as pessoas saibam que a Praça Getúlio Vargas não nasceu com este nome. Seu surgimento está intimamente ligado ao atual prédio da Secretaria de Turismo, que era, em sua origem, a Prefeitura Municipal, construída na gestão de Manoel Tavares, no início dos anos 1900. Por conta disso, um dos nomes pelos quais a praça ficou conhecida, naqueles primeiros anos, era “Jardim da Câmara”. Outros nomes eram “Jardim Público” e “Jardim Municipal”. Ao que parece, também chegou a ser referida como “Jardim do Imigrante”. Eram nomes mais genéricos, até que, de certo no início da década de 30, resolveram chamá-la de “João Pessoa”. O nome não durou muito, pois já em 1942 trataram de homenagear Getúlio Vargas na praça.
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Trata-se, portanto, de um nome escolhido por motivações políticas, sem qualquer relação com a história de São Bento. A praça de São Bento, entretanto, é o local que melhor representa a história da cidade e pode ser vista até como um “marco zero”, uma vez que ali foi instalado o rancho de recepção aos imigrantes. Ora, sendo um local tão significativo, parece-me que não deveríamos ter usado como critério para batizá-lo as inclinações políticas do momento. Não se trata sequer de entrar no mérito da pessoa do ex-presidente Getúlio Vargas, mas de perceber o quanto a história de São Bento está relacionada com esse local e de como seria conveniente que ele recebesse um nome ligado ao seu passado. Getúlio possui um logradouro em todas as cidades do país e, por certo, não se incomodaria caso quiséssemos valorizar a nossa história.
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Dito isso, manifesto minha posição pela alteração do nome, mas não significa que concorde com aquele que foi proposto pela Banda Treml. Reconheço, certamente, todos os méritos e a importância de Pedro Machado de Bitencourt para São Bento. Sua contribuição vai muito além de ter composto o hino da cidade e regido a Banda Treml. Não há dúvida de que, comparado a Getúlio Vargas, ele fez muito mais pela cidade. No entanto, creio que um lugar como a praça de São Bento deveria ter um nome mais abrangente. Sou favorável, portanto, ao nome “Jardim do Imigrante”, que resgata o conceito de “Jardim”, usado por nossos antepassados, e ainda contempla todas as pessoas e famílias que ajudaram na formação de São Bento do Sul.
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De quebra, fica também contemplado um dos versos do hino composto pelo maestro: “Lindo jardim de heróis imigrantes”.

Tradicionalmente, atribui-se o nome de Oxford à expressão alemã “der Ochsz ist fort”, ou “O Ochsz se foi”,  referindo-se ao engenheiro agrimensor Theodor Ochsz que havia instalado os seus ranchos exatamente na localidade que herdou o seu nome. Com o passar dos anos, teria surgido a corruptela “Oxford”. Essa explicação tem sido repetida por quase todos os historiadores, mas é preciso fazer algumas verificações.

Primeiro, parece certo que o termo “Ox” se refere, de fato, a Theodor Ochsz. Este agrimensor alemão veio por três vezes à região de São Bento, em 1863, 1867 e 1876, nas duas primeiras a serviço do Paraná e na última à serviço do Governo Imperial, chamado que foi para resolver impasses relacionadas à ocupação de terras da Colônia Dona Francisca por paranaenses. Ochsz reconheceu como legítimas apenas as posses de Francisco Antônio Maximiano, o Chico David, e Antônio dos Santos Siqueira.

Não procede a informação repetida algumas vezes de que o próprio Ochsz teria vendido lotes de terra aos paranaenses. O Paraná de fato se aproveitou das medições feitas por Ochsz para facilitar a ocupação da região por paranaenses, mas não foi Ochsz quem os vendeu, o que se comprova pelo fato de que, na sua última vinda, ele não chegou a reconhecer a posse de quase nenhum deles. Ochsz se dedicou a trabalhos como esse em São Bento durante os primeiros meses de 1876, indo embora em maio.

A imagem pode conter: texto

O Ochsz chega: anúncio na imprensa paranaense 

Como não estava meramente à serviço do Paraná e não pretendia prejudicar os negócios da Colônia Dona Francisca (a quem inclusive reportou os resultados das suas medições), não há sentido na insinuação, presente em obra de José Kormann, de que Ochsz teria fugido de São Bento, na calada da noite. Essa versão é fantasiosa. Ochsz deixou São Bento porque havia concluído os seus trabalhos, nada mais do que isso.

Ao ir embora de São Bento, deixou o seu acampamento provisório, constituído de alguns ranchos, no atual local de Oxford. A prática de construir esse tipo de abrigo em suas viagens a trabalho (e depois abandoná-los) parecia ser frequente no trabalho de Ochsz. Em 1879, por exemplo, há na imprensa paranaense a notícia de que um rancho de madeira construído para a comissão a cargo do engenheiro Theodor Ochsz em São João do Triunfo/PR estava sendo colocado à venda pela Tesouraria da Fazenda. No caso dos ranchos construídos em São Bento, os colonos trataram de desmontá-los e, após levar a madeira até o centro da colônia, fizeram dela a primeira escola do núcleo.

O fato é que o Ochsz “foi-se”. Além de parecer estranho que uma expressão como essa possa ser estendida à localidade, há algumas evidências sugerindo explicação diversa. A primeira menção ao nome de Oxford que encontramos é a de um batizado católico:

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Percebe-se que ali está escrito “Ochsenfurt”. O termo “furt” (como o de Frankfurt) pode significar uma passagem sobre um córrego raso ou até mesmo uma trilha, como lembrou a pesquisadora Brigitte Brandenburg. Poderia, pois, ser algo como “passagem do Ochsz”. Este seria um significado realmente geográfico, ao contrário do “ist fort”. Há ainda a possibilidade de Ochsen se referir a bois, mas, a princípio, rejeitamos essa hipótese, pois seria muita coincidência que a passagem dos bois estivesse justamente na mesma localidade em que o agrimensor Theodor Ochsz levantou os seus ranchos.

Soma-se a isso o fato de que em março de 1876, quando Ochsz ainda estava na região, o imigrante Augusto Henning batizou outra filha, e na ocasião aparece simplesmente como morador da Estrada da Serra. Ou seja, o nome parece ter sido atribuído ao lugar justamente no período de tempo que corresponde à saída de Ochsz da cidade.

O fato de os moradores do centro de São Bento se lembrarem do rancho abandonado por Ochsz a quatro quilômetros do núcleo da povoação também indica que ele era conhecido o bastante para que o local em que morava herdasse o seu nome.

Também é preciso chamar a atenção para o fato de que este termo “Ochsenfurt” passou pela mediação do padre Carlos Boegershausen, que não vivia em São Bento, apenas vinha para a colônia no intervalo de alguns meses, e que, portanto, não podia saber das esquisitas motivações dos colonos para batizar alguma localidade. Poderia ser o caso de ele ter ouvido um nome e escrito da maneira que lhe pareceu correta, mas que talvez não fosse exatamente a mesma pela qual os colonos o conheciam.

A hipótese de um nome “Ochsenfort”, em vez de “Ochsenfurt”, como disse o padre, torna-se plausível a partir de um documento resgatado por Brigitte Brandenburg. Trata-se de um registro de pagamento de lote da Companhia Colonizadora no final de 1877. Há uma observação sobre o lote de Georg Schroeder, feita pelo contador, que, traduzida, diz o seguinte: “Por 200 mogos de terra em São Bento, na estrada construída após as 13 seções de Ochsz, que ainda não tem nome”.

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Lote de Georg Schröder: na estrada construída após as 13 seções de Ochsz 

A inclusão do termo “após” (nach, no original) em relação às terras de Ochsz levanta a hipótese de que o “Fort” de Oxford pudesse ser originalmente “Forth”, que quer dizer a mesma coisa, “após” ou “adiante”. Nessa visão, “Ochszforth” designaria um local específico após as terras medidas por Ochsz. Essa visão nos parece bastante plausível.

Também aí, no entanto, há certos problemas. Em verdade, não temos nenhum mapa das medições feitas por Ochsz durante a sua estada em São Bento para ter alguma ideia do que viesse a ser uma seção, para que soubéssemos o que poderiam ser 13 delas. O terreno de Georg Schröder citado na listagem de Josef Blau, conforme lembrado por Henry Henkels, era o de nº 351 que ficava na Estrada Paraná, nos limites da colônia, entre os bairros de Lençol e Ponte dos Vieira – a cerca de 7 km da atual Oxford.

Também não sabemos se o que não tinha nome ainda era a estrada ou o local em que se situavam as tais 13 seções de Ochsz.

Não nos é permitido, portanto, assegurar ainda que essa, como também as outras, seja a versão verdadeira sobre a origem do nome. É preciso encontrar novos documentos antes de chegar a uma conclusão. Tudo o que já temos levantado, no entanto, permite que a história “oficial” sobre a origem do nome já seja, no mínimo, questionada.

Com todas essas possibilidades, como é que teria vingado a explicação do “Der Ochsz ist fort”? Se de fato não for esta a explicação para o nome de Oxford, podemos aventar a hipótese de um espírito brejeiro tenha feita um trocadilho por ocasião da partida do engenheiro, o que acabou por rebatizar o lugar. De qualquer modo, quem quer que tenha feito a sugestão dessa explicação o fez muito cedo, pois é a partir das memórias do imigrante Josef Zipperer, coligidas inicialmente na década de 10, que ela aparece.

Quem sabe se, com a descoberta de nossas fontes, a verdade possa vir à tona.

Pouca gente sabe (talvez nem a própria), mas a origem da família da senadora Gleisi Hoffmann está na cidade de São Bento do Sul. O avô dela, Bertholdo Hoffmann, era são-bentense, muito embora tenha se casado em Mafra e morrido em Itaiópolis. O pai dele era o imigrante silesiano Julius Hoffmann, alfaiate e hoteleiro em Oxford. Este Julius também foi figura ativa dos atiradores de São Bento em seus primórdios.

Em destaque, o atirador Julius Hoffmann, bisavô de Gleisi Hoffmann 

O pai da senadora, inclusive, recebeu o mesmo nome do avô, sendo, portanto, Júlio Hoffmann. Ele viveu em Curitiba, onde teve Gleisi e seus irmãos, e mais tarde se separou da esposa, tendo então voltado a Itaiópolis, onde viveu o resto dos seus dias.

Em reportagens pela Internet, costuma-se dizer que o avô da senadora era alemão, o que não procede: o avô era são-bentense. E a sua família Hoffmann não parece ter origem na atual Alemanha, posto que a Silésia fica entre a Polônia e a República Tcheca – etnicamente, é claro, podem ser considerados alemães, não geograficamente.

Além desta família, de quem herda o sobrenome, a senadora descende de famílias Gruber, Pscheidt e Czadek (Schadeck) que imigraram para São Bento, mas não permaneceram na cidade, partindo para Itaiópolis ainda na década de 1890.

Estou lançando um livro sobre a família de Nicolau Becker, uma das pioneiras na colonização de Rio Negro, em 1829. Essa família tinha como origem a aldeia de Trittenheim, na Alemanha, não muito longe do famoso Trier, região de onde provinha a maior parte dos imigrantes pioneiros da cidade.

A família de Nicolau Becker, no entanto, habitou o lado catarinense no rio, e parece que a maior parte dos imigrantes fez o mesmo. De maneira que eles podem ser considerados também pioneiros de Mafra, e Mafra pode ser vista, inclusive, como a primeira colonização alemã no atual território catarinense, uma vez que teve inicio alguns dias antes que a de São Pedro de Alcântara.

Em Mafra, a família de Nicolau Becker habitou lugares como Portão, Curralinho e Cedro (este já em Bela Vista do Sul). Com base em registros de terra da época, disponibilizados pelo Arquivo Público do Paraná, foi possível incluir, pela primeira vez, uma lista com os primeiros moradores de todas essas localidades.

Também tive a oportunidade de consultar as listas nominativas, equivalente aos censos, dos anos de 1835, 1846 e 1850 em Rio Negro, os quais estão disponíveis no departamento de História da UFPR. Esses documentos, também inéditos, permitiram um vislumbre de como ganhavam a vida cada um dos moradores de Rio Negro e Mafra. O que descobri foi que Nicolau Becker era um dos mais pobres imigrantes.

Possivelmente ainda na década de 1840, a família Becker e outras mais já estavam no lugar conhecido como Cabeça Seca, na entrada de Itaiópolis via BR-116, de modo que eles podem, também, ser considerados pioneiros de Itaiópolis, ainda que essa ocupação tenha se dado muito tempo antes da criação da Colônia Lucena. Também desta região é feita uma lista dos primitivos moradores.

Houve duas famílias Becker em Rio Negro. A outra, do imigrante João Adão Becker e do seu provável filho Gregório, era bem mais abastada, e dele procede Thomaz Becker, que foi prefeito de Rio Negro.

Também houve duas famílias Becker em Itaiópolis, sendo que esta aqui abordada não é a mesma da qual procede Otair Becker, ex-senador da República e prefeito de São Bento.

Existem, no entanto, também em São Bento descendentes de Nicolau Becker. Entre eles está o Fábio Becker, que foi o idealizador deste projeto.

O livro conta com uma árvore genealógica com 1.340 descendentes, fruto de pesquisas em cartórios e igrejas das cidades referidas.

Onde encontrar

Está à venda pelo site Clube de Autores.

Estas são as famílias que passaram por São Bento que consegui identificar no censo de Itaiópolis no ano de 1895, disponível no Arquivo Público do Paraná (a quem Itaiópolis pertencia) e reproduzido no livro “Os imigrantes poloneses da Colônia Lucena – Itaiópolis”, de Wilson Carlos Rodycz. São Bento, em verdade, contribuiu para o povoamento de uma extensa região no norte de SC e sul do PR. Em tempos mais recentes, muitos descendentes dessas famílias retornaram à região de São Bento.

José Bergmann, Joaquim Eugênio Bispo, José Endler, José Evangelista de Faria, Henrique Fleischmann, Carlos Gruber, Max Gruber, Michael Gruber, Mathias Hoffmann, August Kuchler, Joaquim Ferreira de Lima, Ferdinando Linzmeyer, João Linzmeyer, José Neppel, Jacob Nepsui, José Romão Pereira, José Pscheidt, Carlos Rank, Antonio Rösler, Carlos Schadek, João Schreiner, Venceslau Seidl, Manoel Antônio Siqueira, Lauriano Pinto de Souza, Jacob Stiegler, Carlos Wagner, Paulo Timótheo Wielewski