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O pioneiro Josef Zipperer, em seus diários compilados na obra “São Bento no Passado”, enuncia alguns costumes trazidos por imigrantes boêmios e bávaros, e que hoje já estão totalmente esquecidos. Eis alguns deles:

- Um grande crucifixo era erguido em frente da casa que se queria construir.

- Comemorava-se o terceiro domingo de outubro como o Dia de Ação de Graças pela colheita. No Brasil, a data caia na primavera e no tempo do plantio. No entanto, também era comemorada.

- Para anunciar o casamento de alguém, um menestrel dirigia-se às residências declamando o seu convite. Ao final, desenhava a giz na porta da casa uma coroa de ramos e dentro dela a quantia a ser paga pelas refeições.

- O primeiro convidado a chegar na festa do casamento era recebido com uma garrafa de vinho.

- Uma das atrações das festas era uma corrida para disputar uma espécie de “chapéu velho”. Quem o conseguisse, era o mais cortejado da festa. Acredita-se que o costume pretendia simular o rapto da noiva.

- Na véspera do casamento, crianças faziam um barulho infernal na casa da noiva, usando latas vazias e principalmente cacos de vidro, que eram quebrados em mil pedaços. Supunham que o sentido original era afugente os espíritos malignos. A noiva tinha o trabalho de retirar os cacos no dia seguinte. Quanto mais cacos, mais feliz seria o casamento!

- Uma vez por ano, realizavam uma romaria a um determinado santuário, sempre no dia 08 de setembro, em que se lembravam do nascimento de Nossa Senhora.

- Os enterros costumavam ser “comemorados”. Familiares e amigos seguiam para salões ou botequins.

- O pão só era cortado depois de ser benzido.

Na última sexta-feira, 24 de julho, faleceu da vida presente o ilustre são-bentense Ludovico Baltazar Buschle, renomado empresário e ex-Prefeito Municipal de Joinville. Em sua homenagem, encaminho um artigo produzido pelo amigo Marcio Ricardo Staffen:

Ludovico Baltasar Buschle:

ser humano que soube ser humano

Marcio Ricardo Staffen[1]

As frases são minhas, as verdades emanam de Ludovico Baltasar Buschle, homem a frente de seu tempo, de iluminação ímpar, movido por seu amor pela humanidade e pelo bem do ser humano.

O vigésimo quarto dia deste mês assinala não somente o falecimento do filho mais ilustre de São Bento do Sul no século XX, ou a perda um de cidadão modelo de Joinville, mas, sobretudo e, acima de qualquer oposição de um expoente humano em todo mundo.

Dentre tantas orações, a produzida por Lao Tse sintetiza perfeitamente a personalidade de Buschle: “O menor dos homens é como a água. A água a todas as coisas beneficia e com elas não compete. Ocupa os (humildes) locais vistos por todos com desdém nos quais se assemelha ao Tao. Em sua morada (o Sábio) ama a (humilde) terra. Em seu coração ama a profundidade. Em suas relações com os outros, ama a gentileza. Em suas palavras, ama a sinceridade. No governo ama a paz. No trabalho, ama a habilidade.”

Ludovico Baltasar Buschle levou a feito a todo momento o dever de considerar a humanidade inteira como sua família e se comportou em toda circunstância e em todo lugar como um cidadão do mundo, fazendo assim da humanidade a base de seu comportamento e de sua filosofia.

Por essas razões, sentimos hoje não somente a lacuna de um conterrâneo, mas, a falta de um político íntegro, de um administrador, economista e industrial justo, de um sábio conselheiro, de um filantropo nato, e de um paradigma moral a ser imitado. A mesma falta que a civilização possui de Luther King, Jean Monnet, Abraham Lincoln, Benjamin Franklin, João Paulo II, Madre Tereza de Calcutá, Rui Barbosa e Sérgio Vieira de Melo passa a ter de Ludovico Baltasar Buschle.

Ainda assim, com toda certeza, seu espírito vive, seus ensinamentos persistem, sua iluminação não se apagou. Se nós quisermos expressar como desejamos que fosse o homem desta e da próxima geração, devemos dizer: seja como Baltasar Buschle.

Em regra, a morte é esquecimento. Mas a obra de Baltasar Buschle desafia a morte, o seu espírito e seus paradigmas não morrem. Consubstanciam-se com o sentimento de fraternidade existente em cada homem. Nas palavras de Camões, Ludovico Baltasar Buschle é um daqueles “que por obras valorosas, se vão da lei da morte libertando.”


[1] Márcio Ricardo Staffen é acadêmico 10º período Direito/ UNIVALI. E-mail: staffen_sc@yahoo.com.br

Recentemente, descobriu-se na casa de minha avó um antiga caderneta relativa ao período que Rodolfo Giese, meu bisavô, esteve no Exército. O documento é bastante detalhado, revelando, inclusive, sinais da fisionomia de Rodolfo. Algumas palavras da caderneta ainda não puderam ser entendidas, mas a maior parte do conteúdo já pode ser assimilado. Existem referências curiosas, como a dispensa que Rodolfo conseguiu para ir a Joinville cuidar de um resfriado e, especialmente, o período que passou detido por ter chegado no quartel depois da patrulha. Eis o conteúdo do valioso documento:

Caderneta de Assentamento de praças

Classe de 1897 do Anno de 1919

Pertence

a ex-praça Rodolfo Guise (sic) n. 48 da 18ª Companhia de Metralhadores

Quartel de 18ª Companhia de Metralhadores

em Blumenau em 29 de Fevereiro de 1920

João Felippe Bandeira de Mello

1º Tenente COMMANDANTE

Filho de Carlos Guise (sic)

Nasceu em 1897

Natural de Santa Catharina

Estado Solteiro

Altura 1,76

Barba Pouca

Bocca Regular

Cabellos Castanhos

Côr Branco

Nariz Afilado

Officio Sapateiro

Olhos Azues

Rosto Comprido

Lê? Sabe

Escreve? Sabe

Conta? Sabe

Vaccinado? É

Signaes particulares: Nenhum

1919: Fevereiro: A 1º, foi inscrito no estado effectivo da Segunda Companhia, do tre…. batalhão de Infantaria por ter sido sorteado para o serviço do Exército. Março: A oito, as oito horas da manhã, embarcou com a Companhia com destino a cidade de Blumenau a fim de ali destacar conforme ordem do senhor Comandante do quinto regimento de infantaria, em telegrama de numero oitenta e dois, de vinte e seis de Janeiro. A nove desembarcou em Blumenau e no mesmo dia a ……… no edificio da Sociedade dos Atiradores desta Cidade. Abril –  Maio e Junho: Sem alteração. Julho: A quinze foi aprovado com grao dois e cincoenta e quatro no exame de primeiro …………… …………….. …… ….. vinte e sete  ……… ……….. e vinte e nove do passado. A dezoito obteve seis dias de dispensa do serviço e permissão para ir a Joinville convalescer de influenza. A vinte e quatro apresentou-se. Agosto: Sem alteração. Setembro: A vinte e oito ficou detido por quarenta e oito horas por ter chegado no quartel depois da patrulha. A trinta foi posto em liberdade por conclusão de tempo. Outubro – Novembro e Dezembro: Sem alteração. Em 1920: A primeiro de acordo com a transformação da segunda Companhia do ……. Batalhão do quinto regimento da Infantaria passou a pertencer a décima oitava Companhia de Metralhadoras estacionada nesta cidade e pertencendo a Segunda …………………… ……………… …. número quarenta e oito. Fevereiro: A 29, em cumprimento ao anexo numero mil quinhentos e dezeseis de dezesete de Dezembro do ano mil novecentos e dezenove, que regula a execução do decreto numero mil, digo, treze mil novecentos e sessenta e quatro, de dezesete ainda deste mez e anno, foi excluído do estado…………. desta companhia por conclusão de tempo de serviço ficando relacionado como reservista de 1ª linha e 1ª Cathegoria do Exercito. Quartel da 18ª Companhia de Metralhadoras em Blumenau, 29 de Fevereiro de 1920.

João Felippe Bandeira de Mello

1º Tenente Comandante

Attesto que o reservista Rodolfo Guise (sic) da classe de 1897 apresentou-se a esta Junta Militar e foi dispensado da proxima incorporação por ordem superior.

São Bento, 15 de Agosto de 1922

Carlos Zipperer

Presidente da Junta Militar

I. MICHAEL BRANDL, que foi casado com Margareth Mundl e com ela teve:

II. JOSEF BRANDL, lavrador, nascido por volta de 1837 na região de Eisenstrass, na Boêmia. Ainda na Europa, casou-se com Anna Weinfalter ou Schweinfalter, nascida por volta de 1835, com quem imigrou ao Brasil em 1874, a bordo do Shakespeare, estabelecendo-se em São Bento do Sul num lote no lado oeste da Avenida Argolo. Sua esposa Anna faleceu no dia 15.10.1890, vítima de apoplexia, e foi sepultada no Cemitério Católico da sede de São Bento, não mais existente. Viúvo, Josef Brandl voltou a se casar no dia 08.10.1892 com Therezia Grossl, de Hammern, filha de Johann Grossl e Therezia Linzmeyer. Às 5h do dia 02.07.1917, na casa de seu genro Benedikt Beyerl, faleceu Josef Brandl, em consequência de velhice, deixando três filhos de maior idade, e sendo sepultado no Cemitério de São Bento, em túmulo desconhecido. Tiveram Josef e sua primeira esposa Anna Weinfalter, entre outros:

III. CATHARINA BRANDL, nascida em Eisenstrass no dia 21.03.1865, tendo imigrado ao Brasil em companhia de seus pais e irmãos. Casou-se em 10.02.1886 com Benedikt Beyerl, de Holschlag, filho de Peter Haden e Maria Beyerl, e viúvo de Anna Maria Neppel. Faleceu em São Bento do Sul no dia 04.02.1911, sendo sepultada no Cemitério Municipal da cidade. Teve geração conforme o título BAIL.

I. PETER HADEN, morador da Boêmia, e que não se casou com Maria Beyerl, mas com ela teve, entre outros:

II. BENEDIKT BEYERL, lavrador, noivo do primeiro casamento Boêmio de São Bento do Sul, membro da Sociedade Auxiliadora Austro-húngara. Nasceu em Holschlag, na Boêmia, no dia 30.04.1856, tendo sido batizado em Gutwasser. Cedo ficou órfão. Arrumou emprego na marcenaria de Georg Neppel e enamorou-se por sua filha Anna Maria. A aproximação dos dois não foi vista com olhos por Georg, que despediu o humilde Benedikt. Em 1874, Benedikt Beyerl acompanha a família Gschwendtner em sua imigração ao Brasil, a porto do Shakespeare. Dois anos depois, também a família Neppel decidiu imigrar, o que permitiu que Benedikt e Anna Maria, que não haviam se esquecido um do outro, voltassem a se encontrar. Pouco tempo depois da chegada dos Neppel, e mesmo sem a aprovação dos pais de Anna Maria, ela e Benedikt se casaram em São Bento do Sul, em julho de 1876, sendo esse considerado, segundo a obra de Josef Blau,  o primeiro casamento boêmio da cidade. Dez anos depois, sua esposa faleceu, sem deixar geração conhecida. Em 10.02.1886, Benedikt se casou novamente em São Bento do Sul, dessa vez com Catharina Brandl, de Eisenstrass, filha de Josef Brandl e Anna Weinfalter. Na segunda metade dos anos de 1890 foi criada na cidade a Sociedade Auxiliadora Austro-húngara, uma agremiação destinada a reunir os imigrantes boêmios em suas necessidades. Sabemos da participação de Benedikt nessa Sociedade por conta de uma fotografia sua, já em idade avançada, que é idêntica a uma foto da dita Sociedade em 1900. Já em estado de viúvo, Benedikt Beyerl faleceu no dia 24.02.1928, tendo sido sepultado no Cemitério Municipal de São Bento do Sul. Teve da sua segunda esposa:

III. CATHARINA BAIL, doméstica, nascida em São Bento do Sul no dia 03.05.1896, tendo sido batizada em 18.05.1896 na Capela de Santa Cruz, em Rio Vermelho. Faleceu às 20h20 do dia 30.11.1974[1], em São Bento do Sul, vítima de acidente vascular cerebral, sendo sepultada no Cemitério Municipal de São Bento do Sul, no mesmo túmulo de seu pai e seu esposo. Foi casada aos 27.08.1921[2], em São Bento do Sul, com Rodolfo Giese, filho de Karl Giese e Ida Bertha Labenz. Tiveram geração conforme o título GIESE.

[Para a reprodução do conteúdo, solicita-se a citação das fontes]


[1] Livro 4, fls 109 – Cartório do Registro Civil de São Bento do Sul.

[2] Livro 9, fls 146v – Cartório do Registro Civil de São Bento do Sul.

Em setembro, deve acontecer em São Bento do Sul a 1ª Böhmenfest. A festa busca resgatar o espírito boêmio que inspirava a Sociedade Auxiliadora Austro-húngara, uma agremiação criada entre 1895-1898 para o auxílio mútuo entre os imigrantes boêmios da cidade. A Sociedade, que foi presidida pelo meu trisavô Friedrich Fendrich, também costumava realizar grandes bailes e comemorações – em especial, por ocasião do aniversário de Franz Joseph, o imperador austríaco da época. E a intenção da Böhmenfest é justamente resgatar a memória dessas festividades, permitindo que as tradições trazidas pelos imigrantes possam ser preservadas e transmitidas às novas gerações. A iniciativa é louvável não apenas por garantir a tradicional festa de setembro na cidade, mas por resgatar a memória de uma Sociedade ainda não muito conhecida na história de São Bento do Sul, o que, a partir de então, pode estimular que novas descobertas sobre ela sejam feitas. Além disso, a festa representa uma afirmação das origens boêmias da maior parte dos imigrantes – e não mais uma genérica “Alemanha”. Com o tempo, a festa pode contribuir também para o aumento do conhecimento histórico e geográfico do passado de São Bento do Sul. Deseja-se sucesso para a festa!

I. JOHANN KARL GIESE, nascido por volta de 1828, tendo imigrado de Regenwald, na Pomerânia, para Joinville em 1872 a bordo do “Henry Knight”[1], em companhia da esposa Emilie Wegner, também nascida por volta de 1828, e seus filhos, entre os quais:

II. KARL GIESE, nascido em 30.05.1859 e falecido em São Bento do Sul no dia 24.06.1924[2], sendo sepultado no Cemitério Municipal. Foi morador de São Paulo. Casou-se em São Bento do Sul no dia 25.10.1891, na Igreja Protestante da cidade, com Ida Bertha Labenz, nascida em 03 ou 06.11.1874 e falecida em 03.10.1934, filha de Friedrich Labenz, nascido por volta de 1847, e que imigrou com a família a bordo do Bahia em 1876, vindo de Eichstedt, na Prússia, tendo falecido em São Bento do Sul no dia 13.11.1925[3], de fraqueza cardíaca, e sua esposa Wilhelmine Witt, com quem morou na Estrada Bismarck, sendo ela nascida em Münsterwalde, na Prússia Oriental, por volta de 1849, tendo falecido em São Bento do Sul no dia 05.06.1924, vítima de pneumonia, filha de Michael e Relina Witt. Karl Giese e sua esposa Ida Bertha Labenz tiveram, entre outros:

III. RODOLFO GIESE, sapateiro e comerciante estabelecido em Campina dos Crispim, município de Piên/PR. Nasceu em São Bento do Sul no dia 13.09.1897[4] e faleceu em Rio Negrinho no dia 07.03.1965[5], vítima de cirrose hepática e insuficiência cardíaca crônica, sendo sepultado no Cemitério Municipal de São Bento. , Foi casado aos 27.08.1921[6], em São Bento do Sul, com Catharina Bail, do mesmo lugar, filha de Benedikt Beyerl e Catharina Brandl. Foram pais de:

IV. DÓRIS IZOLDA GIESE, nascida em Piên no dia 23.08.1931. Casou-se em São Bento do Sul no dia 06.10.1951[7]com Herbert Alfredo Fendrich, de São Bento do Sul, filho de Frederico Fendrich e Anna Roesler. Tiveram geração conforme segue no título FENDRICH.

[Para a reprodução do conteúdo, solicita-se a citação das fontes]


[1] Lista de passageiros disponível no site do Arquivo Histórico de Joinville: http://www.arquivohistoricojoinville.com.br/ListaImigrantes/lista/tudo.htm

[2] Conforme a sua lápide no Cemitério Municipal de São Bento do Sul.

[3] Livro 7, fls 34 – Cartório do Registro Civil de São Bento do Sul.

[4] Conforme a sua lápide no Cemitério Municipal de São Bento do Sul.

[5] Livro 7, fls 40v – Cartório do Registro Civil de São Bento do Sul.

[6] Livro 9, fls 146v – Cartório do Registro Civil de São Bento do Sul.

[7] Livro 3, fls 58 – Cartório do Registro Civil de São Bento do Sul; e livro 11, p. 54 – Paróquia Puríssimo Coração de Maria, de São Bento do Sul

[A família Rössler faz parte dos antepassados de Amalie Preussler, matriarca da família Roesler de São Bento do Sul. Não se trata da mesma família Roesler, sobre a qual já se tratou AQUI]

I. CHRISTOPH RÖSSLER, lavrador em Johannesberg #19/24, tendo sido um dos primeiros colonos do lugar. Casou-se com Sybilla, falecida antes de 1684. Tiveram, entre seus filhos:

II. CHRISTOPH RÖSSLER, lavrador em Johannesberg #19. Casou-se em Nabsel no dia 11.02.1679 com Maria Heidrich, nascida em Johannesberg e batizada em Reichenberg no dia 20.10.1655, tendo falecido em Johannesberg no dia 03.05.1729, filha de Christoph Heidrich, falecido antes de 1679, o qual, saindo de Wiesenthal, passou a ser lavrador em Johannesberg #21, e sua primeira esposa Barbara, com quem se casou antes de 1650, tendo depois disso contraído segundas núpcias com Sara, antes de 1667. Tiveram Christoph Rössler e Maria Heidrich:

III. REGINA RÖSSLER, nascida em Johannesberg no dia 04.11.1691 e lá falecida em 02.01.1747. Casou-se em Morchenstern no dia 30.01.1714 com Johann Christoph Tischer, de Johannesberg, filho de Johann Tischer e Susanna Hüttmann, com geração no título TISCHER.

[Todas as informações relativas aos ancestrais de Amalie Preussler foram obtidas pelo pesquisador tcheco Bruno Reckziegel, profundo conhecedor dos arquivos do norte da Boêmia, e gentilmente repassadas. Para a reprodução do conteúdo, solicita-se a citação das fontes]

[A família Tischer faz parte dos antepassados de Amalie Preussler, matriarca da família Roesler de São Bento do Sul]

I. JOHANN TISCHER, nascido em Johannesberg, na Boêmia, e falecido em Grünwald no dia 20.06.1725. Casou-se em Nabsel em 11.10.1676 com Susanna Hüttmann, nascida antes de 1656, filha de Johann Hüttmann. Foram pais de, entre outros:

II. JOHANN CHRISTOPH TISCHER, lavrador em Johannesberg #19. Nasceu em Johannesberg e foi batizado em 01.12.1683 em Nabsel. Faleceu por volta de 1736, possivelmente em Johannesberg. Casou-se em Morchenstern no dia 30.01.1714 com Regina Rössler, de Johannesberg, filha de Christoph Rössler e Maria Heidrich (ver título Rössler). Tiveram:

III. ANNA MARIA TISCHER, nascida em Johannesberg no dia 16.08.1716 e falecida em Grafendorf em 10.01.1773. Casou-se com Gottfried Preussler, de Albrechtsdorf, filho de Johann Georg Preussler e Salomena Prediger (ver Prediger). Tiveram geração conforme o título PREUSSLER.  

[Todas as informações relativas aos ancestrais de Amalie Preussler foram obtidas pelo pesquisador tcheco Bruno Reckziegel, profundo conhecedor dos arquivos do norte da Boêmia, e gentilmente repassadas. Para a reprodução do conteúdo, solicita-se a citação das fontes]

[A família Prediger faz parte dos antepassados de Amalie Preussler, matriarca da família Roesler de São Bento do Sul]

I. GEORG PREDIGER, lavrador em Tannwald #80 e #81. Nasceu em Tannwald, na Boêmia, por volta de 1611 e faleceu antes de 1684, no mesmo lugar. Casou-se com Barbara, nascida por volta de 1615 e falecida em Tannwald no dia 06.09.1694. Tiveram, entre seus filhos:

II. DANIEL PREDIGER, lavrador em Tannwald #61. Nasceu em Tannwald e foi batizado em Reichenberg no dia 26.03.1645. Faleceu em Tannwald no dia 01.01.1726. Casou-se antes de 1667 com Anna, falecida em Tannwald no dia 07.03.1714. Foram pais de:

III. ELIAS PREDIGER, lavrador em Josefsthal #6. Nasceu em Tannwald no dia 28.03.1672 e faleceu em Josefsthal em 19.01.1737. Casou-se em Nabsel em 29.10.1690 com Rosina Feix, nascida em 28.01.1670, possivelmente em Tannwald, e falecida em Josefsthal no dia 03.05.1730, filha de Elias Feix, falecido em Tannwald em 15.05.1716, e sua esposa Rosina, com quem se casou antes de 1667. Elias Prediger e sua esposa Rosina Feix tiveram:

IV. SALOMENA PREDIGER, nascida em Tannwald no dia 26.02.1691, e falecida em Josefsthal no dia 02.03.1741. Casou-se com Johann Georg Preussler, de Albrechtsdorf, filho de Christoph Preussler e Susanna Linke. Tiveram geração conforme o titulo PREUSSLER.

[Todas as informações relativas aos ancestrais de Amalie Preussler foram obtidas pelo pesquisador tcheco Bruno Reckziegel, profundo conhecedor dos arquivos do norte da Boêmia, e gentilmente repassadas. Para a reprodução do conteúdo, solicita-se a citação das fontes]

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